Iniciando com o YUM, gerenciador de pacotes

Traduzido de: http://blogs.techrepublic.com.com/opensource/?p=449

Existe uma variedade de gerenciadores de pacotes disponíveis em distribuições Linus. O Madrina usa o urpmi, Debian e Ubuntu usam o apt, Fedora e Red Hat usam o yum, então o Gentoo utiliza o portage. Algumas distribuições provêem suporte a mais de um gerenciador de pacotes.

Essa semana estaremos conhecendo o yum, ou Yellowdog Updater Modified. O yum é escrito em python e é utilizado pelo Fedora e Red Hat a muitos anos. Ele já provou que funciona e, mesmo com algumas críticas em relação a sua velocidade, comparadas com outros gerenciadores de pacotes, ele faz o trabalho, mesmo que um pouco mais lento.

A configuração padrão do yum é o arquivo /etc/yum.conf e existe um arquivo de configuração para cada repositório em /etc/yum.repos.d/ diretório. Esses arquivos, quando instalados, são suficientes para que o instalador do Red Hat/Fedora adicione todos os pacotes dos repositórios padrões do sistema. Se quiser conhecer mais opções para alterar o arquivo de configuração, o manual do yum.conf(5) poderá lhe ajudar muito.

O yum é bem focado. A maioria das pessoas preferirá utilizar alguma interface gráfica para ele, mas conhecendo os comandos diretos do sistema é uma grande idéia no caso do seu servidor X não funcionar ou quando conectado remotamente em um servidor.

Para instalar pacotes com o yum, use a seguinte linha de comando:

# yum install zsh

Esse comando irá instalar o pacote zsh e qualquer dependência que ele possa ter. Você pode especificar mais de um pacote ao mesm tempo (ex., yum install zsh joe).

Se não tiver certeza de qual pacote deve chamar, você pode procurar nos arquivos de metadados usando o comando de busca. Em nossa demonstração, se você estiver trabalhando com algum código python e precisa da interface do MySQL disponível, mas não sabe qual o nome do pacote que ele precisa, procure por ele:

# yum search MySQL | grep python

Com esse comando, você está procurando por qualquer pacote relacionado ao MySQL, e filtrando a resposta aos pacotes que contenham a palavra python no nome do pacote. A primeira opção nessa busca será o MySQL-python, que é o pacote que você está procurando.

Se quiser uma lista de pacotes disponíveis, você pode usar o comando list. Isso irá listar todos os pacotes disponíveis informando os que estão instalados. Isso é muito útil se você estiver utilizando um sistema 64 bits e precisa de pacotes 32 bits. Exemplo:

# yum list openssl

Loaded plugins: refresh-packagekit

Installed Packages

openssl.x86_64                                                        0.9.8g-12.fc10                                                         installed

Available Packages

openssl.i386                                                          0.9.8g-12.fc10                                                         updates

openssl.i686                                                          0.9.8g-12.fc10                                                         updates

Para atualizar pacotes, com ou sem especificar nomes, entre com o comando update que irá atualizar somente um programa ou todos do seu sistema.

# yum update

E finalmente, alguns outros simples comandos. Para remover um pacote do seu sistema, use o comando remove. Isso irá remover pacotes de dependências também. Para ver informações completas de um pacote, como a versão, arquitetura, e descrição, use yum info [pacote]. Para saber se um pacote precisa ser atualizado, mas sem rodar a função de atualização, use yum check-update e a lista de atualizações disponíveis será mostrada.

O yum é um ótimo gerenciador de pacotes. Ele não é tão rápido quanto o urpmi, mas parece mais polido. Se você usa outros gerenciadores de pacotes, demora um pouco para lembrar os comandos, mas as páginas do manual (manpage) que acompanham o programa são bem escritas e de fácil entendimento.

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Nova Trademark do Fedora

Após 5 anos de Fedora no ar, o Projeto liberou uma nova Trademark Guideline, adequando a marca um guia mais abrangente e eficiente para o Projeto.

Mas o que é uma Trademark Guideline? Como toda empresa, alguns Projetos open source querem resguardar o seu direito de uso da Logomarca, do nome, das propriedades do projeto. Lógico que o Projeto continua sendo Open Source, mas a idéia é resguardar o Produto, garantindo aos usuários que ninguém pode se passar pelo Project Fedora e liberar uma versão chamada Fedora com algum spyware, ou sem a devida qualidade.

Com a criação de spins, o Projeto também liberou uma Trademark secundária, dando a oportunidade dos usuários criarem as suas spins (variantes) e poder dar o nome de Fedora, quer dizer, Fedora Remix.

Algumas opções que a nova Trademark garantem aos usuários são as seguintes:
- Uso do logo em eventos sociais, sites pessoas e sites empresariais;
- Promoção em eventos voltados a comunidade;
- Representações dos embaixadores como cartões de visitas;
- Fazer uma versão Live USB do Fedora para um evento contendo um diretório de extras com apresentações, lista de participantes, etc;
- Uso em domínios da comunidade, tipo um fedoraforum.org.ar, para sites em cada região;
- E muito mais.

A primeira trademark foi uma alteração da já utilizada trademark da Red Hat, agora sim o Projeto Fedora tem uma regra para o seu produto, voltado para a Comunidade.

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Abusos e mais abusos, será que estamos 100% errados?

Eu acho até que demorou pra acontecer:

Garota processa RIAA por práticas ilegais

Uma jovem estudante americana acusada de baixar músicas na web decidiu responder à indústria fonográfica processando-a por práticas ilegais como espionagem, conspiração contra os direitos civis e vendas enganosas.

A jovem Brittany Kruger foi identificada por uma empresa de investigação como a dona de uma conexão que baixou centenas de músicas em redes P2P. De posse o IP de Brittanny e do nome dos arquivos que ela baixou, advogados da RIAA, associação que reúne estúdios fonográficos americanos, decidiu abrir um processo contra a garota, acusando-a de infração de copyright.

A jovem respondeu abrindo uma outra ação contra a indústria. Brittany acusa a empresa Media Sentry, que investigou suas conexões, de agir ilegalmente, fuçando conexões sem autorização judicial. O processo também acusa a RIAA de usar seu poder econômico e influência política para aterrorizar usuários de internet, constrangendo seu direito de trocar arquivos pela internet privadamente.

O processo foi aberto em uma corte na Carolina do Norte, onde vive a jovem. A garota publicou a íntegra de suas acusações em PDF e faz campanha em blogs denunciando o que considera ser um abuso da indústria fonográfica.

Nos Estados Unidos, centenas de cidadãos são processados pela RIAA por baixar músicas e filmes na internet. O caso de Brittany chamou a atenção, no entanto, porque a jovem não se manteve na defesa, mas sim partiu para o ataque.

Brittany pede que usuários que tenham suas conexões devastadas por empresas privadas sem autorização da Justiça reajam e denunciem este tipo de prática que, na sua visão, constitui um crime contra as liberdades individuais.

Fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/032009/04032009-17.shl

Aqui no Brasil o povo ainda não se preocupa muito com o que está acontecendo nesse mundo de compartilhamento de mídias, lógico, somos apenas 5% de sites como o ThePirateBay entre outros, mas a realidade nos Estados Unidos já é muito diferente. Lá as grandes empresas estão contratando empresas de “espionagem” pra processar usuários. Agora, muitas dessas empresas de “espionagem” são montadas para oferecer serviços desse tipo, visando somente o lucro, não necessariamente alguma punição.

Um simples exemplo: A empresa X1Rouba_Privacidade abre as portas e avisa a MGM que irá processar os usuários que compartilham P2P com arquivos da produtora pelo montante de 20% do valor da multa aplicada no processo, pra MGM ou afiliadas é bom pois não tem o trabalho e recebe o impacto de se assustar usuários, o valor é irrisório para a produtora pois dificilmente se ganha algo. Mas a empresa X1Rouba_Privacidade, é uma empresa escusa, que visa lucro, que vai fazer de tudo pra ter mais processos (mais lucro).

Na minha concepção essa menina está certíssima em sua atitude. Prova roubada não vale em um tribunal, então vamos mostrar que isso é roubo, que é invasão de privacidade… Se estamos fazendo algo errado, tudo bem, temos que pagar, mas isso não justifica alguém sem autorização invadir a minha casa (PC) se uma autorização judicial e vasculhar a minha vida pessoa.

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Terminou o julgamento do The Pirate Bay, decisão em 45 dias

A promotoria, representando a IFPI e os maiores estúdios, terminaram nesta segunda (02/03) as acusações sobre o The Pirate Bay, segundo o processo, eles querem um total de 12,7 milhões de dólares de indenização e até um ano de prisão para os fundadores do site por infringir conteúdo privado.

The Pirate Bay

A defesa fez o encerramento ontem (03/03). Segundo o advogado do fundador do The Pirate Bay Karl Lundstrom, Per Samuelsson, “O Pirate Bay é um de milhares de serviços com a mesma função. Existe um uso legal do site. Você pde perfeitamente encontrar arquivos de torrent que são legais, com total liberdade. Mas também pode utilizar o serviço de forma ilegal. O serviço é cego.”

O advogado pegou bastante no sentido do da acusação utilizar de fatos políticos, e se apoderar dessa influência para requerer questões legais. Um fato curioso que ocorreu com esse julgamento, é que mais de 2000 usuários já se cadastraram no site durante a disputa, foi a maior adesão do site, maior que qualquer iniciativa anterior.

Segundo Rick Galkving, do Pirate Party, “nós temos uma revolução agora, na frente dos nossos olhos, que irá prover a maior quantidade de conhecimento e cultura que as livrarias jamais puderam… é certo distribuir conhecimento, pensamentos, idéias e cultuma cmum, é isso que move a nossa socidade”.

Após o término das alegações finais, a decisão do Tribunal ficou estipulada para o dia 17 de abril. Esperamos o melhor.

Fonte:

http://www.betanews.com/article/Pirate-Bay-trial-closes-verdict-in-45-days/1236119363

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Quando a complexidade desanima!!!

Pra quem não entendeu nada o título, ai vai, sempre tive uma fixação pelos equipamentos da Linksys, ainda mais depois que a Cisco comprou a empresa e utilizou a marca para seus equipamentos SOHO (Small Office, Home Office). Desde então, sempre que a verba permitia, eu comprava equipamentos da empresa.

Mas essas semanas tenho me batido com um problema tão bobo e tão chato, que estou bem desanimado. Tenho na empresa onde trabalho um WRT54G (foto abaixo), esse é um dos carros chefes da Linksys quando se fala em roteadores Wireless. Aqui na empresa, eu achei o preço bem barato no Paraguai e comprei o equipamento pra colocar com 3 clientes wireless, sim, só 3 clientes.

Até ai tudo bem, tenho uma pequena experiência de 10 anos com equipamentos wireless, então estou em casa. Coloquei o equipamento aqui, atualizei o firmware e recomendo isso a todos pois é muito necessário, e dai começou a vir as dúvidas. A Linksys é uma empresa grande, com muita gente trabalhando no suporte, mas o engraçado é que o carro chefe deles tem o firmware mais novo lançado em janeiro de 2008, não seria hora de dar uma atualizada não?

Tirando o sarcasmo acima, tudo tranquilo com o equipamento, funcionou bem, boas configurações de segurança, blablabla, mas ele tinha um pequeno inconveniente que a cada 30 dias eu tinha que desligar ele da tomada e ligar de novo, pois as máquinas perdiam a rede e não voltavam. Compreensível, mas talvez não aceitável em um ambiente grande. Semana passada, as máquinas começaram a cair da rede e voltar logo em seguida. Até o procedimento de desligar e ligar não resolvia, como trabalho com uma aplicação em Delphi, ao cair o sinal e voltar, o programa desconectava e não voltava, então lá vamos nós dar o famoso Ctrl+Alt+Del, fechar o aplicativo e começar tudo de novo.

Bom, como não tem firmware novo, fiquei vendido. E ai que vem o grande problema. Eu já conhecia e tinha aplicado o Tomato, um firmware desenvolvido para substituir o original do WRT54G com novas funcionalidades, como o roteamento entre APs na mesma rede Wireless, não suportado pelo firmware da fabricante. Mais informações sobre ele aqui.

Mas ai começa os problemas, o meu equipamento é versão 8.1, rescente, e por esse motivo acreditei que ele fosse mais “potente” que as primeiras versões. Grande engano. Devido a limitações de hardware, o Tomato só roda até a versão 4.1 do WRT54G, conforme informação do próprio site. No site da Wikipedia existe uma tabela comparativa das versões que mostra que o equipamento sofreu um corte no tamanho da memória flash, isso que impossibilita o uso do Tomato.

Outra alternativa é o DD-WRT que originalmente é uma versão melhorada do firmware do Linksys oferecendo mais funções. Pelo site do DD-WRT, ele mostra bem pouca coisa do que o firmware é capaz, mas na realidade ele é uma extensão do Tomato com um suporte maior e com poucas coisas a menos, ficando em um tamanho menor. Todos esses firmwares, rodam em Linux, assim como o meu próprio WRT54G v.8.1, versões anteriores rodam em outra plataforma.

Mas ai vem o problema, na página principal, diz que o hardware é suportad, que é fácil fazer a instalação, etc.

http://www.dd-wrt.com/dd-wrtv3/dd-wrt/hardware.html

Mas pesquisando no fórum sobre o desenvolvimento do firmware, você consegue ver que umas 6 pessoas “corajosas”, estragaram o seu equipamento (“bricked”). Leiam tudo e dêem risada comigo.

http://www.dd-wrt.com/phpBB2/viewtopic.php?p=159124#159124

E agora? O que eu faço? Vamos a análise de sempre. Problemas normalmente não são ocasionados pelos equipamentos em si, principalmente se tratando de rede wireless. Então vamos ao procedimentos básicos, verificar se não existe interferência no AP, nas máquinas, verificar o fornecimento de energia para verificar sobre-carga, ou inteferência, verificar tráfego da rede, etc. Acredito que com mais um ou dois dias eu resolvo o problema, visto que só o deslocamento do AP de lugar, e de 1 máquina, já reduzi e muito os problemas.

Mas sinceramente fiquei com água na boca de experimentar o DD-WRT, não sei se tenho coragem, mas vontade eu tenho.

Só pra constar, e para ninguém dizer que estou malhando a Linksys, tenho em casa um WR200 que nunca me deu dor de cabeça. Uma vez só pra teste fiz uma Lan Party com 6 máquinas todas em wireless pra ver a performance, e em jogos mais simples como Age of Empires, Starcraft, etc, funcionou sem lags, uma pena não ter como trocar as antenas para algo maior, como as antenas de 5 dbi da D-Link. A, detalhe, instalar Linksys pra mim sempre foi no estilo instalar e esquecer, não precisa voltar.

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Mais um novidade do Fedora 11, Thunderbird 3

&

E a lista de Novidade do Fedora 11 está aumentando cada vez mais. Dessa vez saiu a informação que o Thunderbird, leitor de e-mail do grupo Mozilla, será integrado em sua nova versão 3. O Thunderbird é uma das aplicações mais utilizadas de leitor de e-mail do mercado Linux, concorrendo somente com o Evolution em algumas distribuições.

Segundo informações do br.mozdev.org, o Thunderbird está na versão Beta 2, sendo testada por entusiastas e pela equipe da Mozilla Team. A pretensão do Fedora é ter uma versão final até o lançamento da versão oficial da distribuição.

As novidades do Thunderbird 3 é uma revisão na interface do usuário, configurações mais simples para o programa e para mensagens, um novo gerenciamento de add-ons, um mecanismo de busca mais aprimorado e suporte ao IMAP do Gmail, entre outros.

Para o Fedora 11, junta-se a lista de novidades aplicações como o novo Xfce 4.6, Gnome 2.26, KDE 4.2, X Server 1.6, sistema de arquivos EXT4, GCC 4.4 e kernel 4.4, entre muitas outras.

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Vídeo sobre o Ext4 e BtrFS no Fedora 11

Essa é rapidinha, a Linux Magazine colocou online um vídeo do Ted Ts’o, um dos principais desenvolvedores do Ext4 e CTO da Linux foundation, mostrando o estado atual do Ext4, e o plano atual do Fedora de utilizá-lo como sistema de arquivos padrão para a versão 11.

Link para o vídeo da Linux Magazine:

http://www.linux-magazine.com/online/news/video_ted_ts_o_on_ext4_btrfs_and_first_steps_with_linux

Link para baixar o vídeo:

http://www.linux-magazine.com/var/linux_magazin/storage/original/video/c169e02808190b9ed05e9f97b0c17490.flv

O vídeo também fala sobre a comparação do Ext4 com o Btrfs e outras tecnologidas.

Muito interessante, vale um comentário que o ext4 é o padrão do Fedora 11, enquanto está sendo desenvolvido um suporte experimental para o btrfs.

Referência: http://www.linux-magazine.com/online/news/video_ted_ts_o_on_ext4_btrfs_and_first_steps_with_linux

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Driver Nouveau é o novo padrão de vídeo do Fedora 11

e agora com novo suporte!!!

E continua pipocando novidades sobre o Fedora 11, que já conta com uma versão alpha pra quem tiver interesse em conhecer (link no final da matéria).

Agora a notícia da vez é a utilização do driver Nouveau como padrão para o Fedora 11. Isso quer dizer que agora muita gente poderá ver o boot gráfico do Plymouth muito mais bonito e habilitar o sistema para trabalhar com a Nvidia com muito mais facilidade. Isso trambém traz muitos benefícios para o KMS também.

O Nouveau irá se tornar o driver padrão no Fedora 11, substituindo o xf86-video-nv. A proposta para o Fedora 11 é integrar também o driver de kernel mode-setting do Nouveau. Esse mode-setting é uma API bem experimental e ainda não não está finalizado, mas acreditam que já deve estar pronto no kernel até o lançamento do Fedora 11. Com isso, a equipe do Fedora irá aplicar um patch no  kernel 2.6.29 liberando assim o suporte ao Nouveau KMS para quem quiser utilizá-lo ao invés do mode-setting DDX  que vem com o servidor X.

Na Wiki do Projeto Fedora existe muitas informações quanto ao Nouveau e o seu Mode Setting para mais informações.

A idéia de se utilizar novos drivers de vídeo e melhorias no servidor gráfico são sempre bem-vindas, lógico que todos ficamos apreensivos com instabilidades de novos sistemas que nem foram finalizados ainda, mas com a equipe competente do Fedora, problemas gerados com novas tecnologias sempre são solucionados a tempo de se poder utilizar as mais novas aplicações, no menor intervalo de tempo. Vale esperar o que vem por ai.

Fedora 11 Alpha:http://fedoraproject.org/get-prerelease

Referências:http://www.phoronix.com/scan.php?page=news_item&px=NzEwMA

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Problema com atualização do DBUS no Fedora 10

Saiu hoje uma nota do Paul Frields sobre o erro do D-BUS que causou problemas de atualizações pelo PackageKit em muitas máquinas rodando o Fedora 10. A atualização do D-BUS foi uma atualização de segurança liberada para o sistema, e causou alguns erros de compatibilidade entre gnomepackagekit, PackageKit e alguns repositórios.

Pra se corrigir o problema, é só pedir pra atualizar o sistema (yum update , mas segue abaixo o e-mail do Paul Frields traduzido:

Recentemente, uma atualização do D-Bus pelo software de gerenciamento no Fedora 10 causou uma quebra substancial em algumas aplicações, incluindo o PackageKit. Esse problema fez com que algumas pessoas não conseguissem atualizar o seu sistema, corrigindo o problema. A atualização foi submetida após ser definida como uma atualização de segurança e não foi testada o suficiente antes de ser liberada para todos usuáriso por nossos respositórios.

Pedimos desculpas pelo problema, que incomodou muitos usuários. Se a sua máquina foi afetada pelo problema, e você não consegue atualizar o sistema pelo PackageKit, você pode restaurar o sistema e deixá-lo funcionando fazendo o seguinte:

1. Abra um terminal através do menu principal, escolha Aplicações, Ferramentas do Sistema, Terminal.

2. Use o seguinte comando para atualizar o sistema por um de nossos repositórios espelho. O sistema irá pedir pela sua senha de root.

$ su -c ‘yum update’

3. Reinicie o computador para garantir que o sistema de mensagem foi reiniciado apropriadamente.

Caso vocês ainda encontrem o sistema mesmo com o procedimento acima, entre em contato conosco pelos canais de ajuda do Projeto Fedora, segue link:

http://www.projetofedora.org/recursos

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Instalar o RPMFusion no Fedora 10

Encontrei na net algumas pessoas me quesitonando como instalar o RPMFusion no Fedora 10 para ter acesso a maior gama de aplicações para o Fedora na internet. Bom, a resposta é simples e por isso o post é pequeno.

Você pode clicar no link abaixo com o seu Firefox:

http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-stable.noarch.rpm

Selecione abrir o arquivo, e depois dê um OK para instalar o pacote. Para pacotes não free, faça o mesmo procedimento com o link abaixo:

http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-stable.noarch.rpm

Achou complicado? Entre em um console e digite então o seguinte comando:

su -c ‘rpm -Uvh http://download1.rpmfusion.org/free/fedora/rpmfusion-free-release-stable.noarch.rpm http://download1.rpmfusion.org/nonfree/fedora/rpmfusion-nonfree-release-stable.noarch.rpm’

Digite a senha de root que o su vai pedir e está feito!!!

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Modelo de CSS feito por RamblingSoul | O tema Tomodachi foi desenvolvido por Theme Lab